23/11/2012

ESTUDOS BÍBLICOS

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COMPREENDENDO A VONTADE DE DEUS

Já se deparou com uma decisão muito importante a ser tomada e imaginou como entender a vontade de Deus? Qual a diferença entre o impulso humano para fazer algo e a convicção divina de que o deve fazer? É possível distinguir a sua própria vontade da vontade de Deus em cada situação? Este estudo bíblico mostrará princípios bíblicos que oferecem respostas para essas perguntas. Aprenderemos como discernir a voz de Deus e a compreender os Seus planos para a nossa vida.

1.        Leia a experiência de Jesus no Getsémani em Mateus 26:36-42

Texto bíblico: 36  Então chegou Jesus com eles a um lugar chamado Getsémani, e disse a seus discípulos: Assentai-vos aqui, enquanto vou além orar.

37  E, levando consigo Pedro e os dois filhos de Zebedeu, começou a entristecer-se e a angustiar-se muito.

38  Então lhes disse: A minha alma está cheia de tristeza até a morte; ficai aqui, e velai comigo.

39  E, indo um pouco mais para diante, prostrou-se sobre o seu rosto, orando e dizendo: Meu Pai, se é possível, passe de mim este cálice; todavia, não seja como eu quero, mas como tu queres.

40  E, voltando para os seus discípulos, achou-os adormecidos; e disse a Pedro: Então nem uma hora pudeste velar comigo?

41  Vigiai e orai, para que não entreis em tentação; na verdade, o espírito está pronto, mas a carne é fraca.

42  E, indo segunda vez, orou, dizendo: Pai meu, se este cálice não pode passar de mim sem eu o beber, faça-se a tua vontade.

2.        Compare este texto com atitude de Jesus em João 8:29

Texto bíblico: João 8:29  E aquele que me enviou está comigo. O Pai não me tem deixado só, porque eu faço sempre o que lhe agrada.

Comentário pessoal: Jesus desejava fazer a vontade do Pai, mesmo que esta conflituasse com a Sua vontade. o Salvador estava comprometido a agradar a Deus em todas as circunstâncias da vida.

Se desejarmos  muito que as coisas sejam à nossa maneira, Deus permitirá que assim seja. Mas não experimentaremos a alegria de conhecer a vontade de Deus. Para compreender a Sua vontade, devemos submeter a nossa opinião pessoal e as coisas que desejamos, e seguir na direcção que Ele indicar, fazendo tudo o que Ele pedir.

3.        Leia João 14:26 (cf. 16:13 e 2 Timóteo 3:16). Que dois guias divinos nos ajudarão a tomar decisões?

Texto bíblico: João 14:26  Mas aquele Consolador, o Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome, esse vos ensinará todas as coisas, e vos fará lembrar de tudo quanto vos tenho dito.

Comentário pessoal: Deus não nos deixou sozinhos no processo de tomar decisões. Ele nos deu o testemunho do Seu Espírito Santo e o testemunho da Sua Palavra. Quando buscamos a vontade de deus com o desejo de Lhe agradar, o Espírito Santo nos guiará. o Espírito Santo, muitas vezes, nos guia por meio da Palavra de Deus, a Bíblia; de fato, o Espírito nunca nos leva a fazer nada que seja contrário à Palavra de Deus. Embora a Bíblia não aborde directamente o nosso problema específico, oferece-nos princípios que nos ajudam no processo de tomar decisões. Quando nos deparamos com uma decisão, o Espírito Santo nos ajudará a discernir os princípios bíblicos em resposta às nossas orações que impactará as nossas decisões.

4.        Que promessas tranquilizadoras e de esperança Deus nos dá em Tiago 1:5 (cf. 1 João 5:14,15) em relação ao processo de tomada de decisões?

Texto bíblico: Tiago 1:5  E, se algum de vós tem falta de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá liberalmente, e o não lança em rosto, e ser-lhe-á dada.

Comentário pessoal: Quando buscamos compreender a vontade de Deus em oração, Ele promete nos dar sabedoria. em oração, reconhecemos a nossa total dependência de Deus.

5.        Quando não temos a certeza do caminho no qual Deus nos está a guiar, como muitas vezes Deus nos guia? Leia Provérbios 15:22 (cf. 23:2).

Texto bíblico: Provérbios 15: 22  Quando não há conselhos os planos se dispersam, mas havendo muitos conselheiros eles se firmam. (não esqueça que deve conferir com a sua Bíblia).

Comentário pessoal: Muitas vezes Deus nos guia a amigos bons e cristãos para nos dar conselhos sábios. às vezes precisamos de uma perspectiva ou visão mais amplas, que podem ser oferecidas por um amigo, pastor, professor ou confidente.

6.        Para tomarmos decisões sábias, devemos observar como Deus está guiando e atentarmos para as portas abertas pela Sua providência. Leia Provérbios 23:26 e compare os princípios ali encontrados com os da experiência do apóstolo Paulo ao pregar o evangelho em 2 Coríntios 2:12:14.

Texto bíblico: 12  Ora, quando cheguei a Trôade para pregar o evangelho de Cristo, e abrindo-se-me uma porta no SENHOR,

13  Não tive descanso no meu espírito, porque não achei ali meu irmão Tito; mas, despedindo-me deles, parti para a Macedónia.

14  E graças a Deus, que sempre nos faz triunfar em Cristo, e por meio de nós manifesta em todo o lugar a fragrância do seu conhecimento.

Comentário pessoal: Como soube Paulo o modo como Deus queria que ele agisse? ao observarmos cuidadosamente a direcção de Deus, também poderemos vê-Lo abrindo e fechando portas. isso nos ajudará a discernir a Sua vontade.

7.        Que princípios de João 12:35 você descobre ao conhecer a vontade de Deus? Quão importante é obedecer ao desejo de caminhar na luz que Ele nos oferece hoje, para que saibamos para onde Ele nos levará no futuro?

Texto bíblico: João 12: 35  Disse-lhes, pois, Jesus: A luz ainda está convosco por um pouco de tempo. Andai enquanto tendes luz, para que as trevas não vos apanhem; pois quem anda nas trevas não sabe para onde vai.

Comentário pessoal: A fidelidade em “caminhar na luz” que Deus nos dá hoje é uma das melhores maneiras de assegurar-nos que compreenderemos a Sua vontade no futuro. Se falharmos em viver de acordo com a luz que Ele tem nos dado hoje, podemos ficar confusos quanto a discernir os Seus caminhos e acabamos “caminhado nas trevas”.

Quando nos comprometermos a fazer tudo o que Deus pedir na nossa vida e desejarmos agradar-Lhe em todas as coisas – podemos confiar que Ele nos guiará. ele não nos deixa sozinhos no processo de tomar decisões. o Espírito Santo nos dará  uma convicção profunda e saberemos em que direcção seguir. Ele prometeu nos guiar e podemos confiar em Sua Palavra (Sl. 32:8; Is. 58:11).

Mark Finley

preparado por Irene Costa


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Saiba o motivo de tanta dificuldade, na visão de oito especialistas que mostram o caminho da vitória

Quando Deus criou o homem e a mulher, a tentação era apenas uma possibilidade remota, e o ato de “cair em tentação” algo mais improvável ainda, posto que a raça era perfeita. Consequentemente, havia domínio próprio perfeito. A única prova do jovem casal no Éden era ficar longe da “árvore do conhecimento do bem e do mal”; dela eles não deviam comer. De sua obediência dependia a eternidade dos anos. Podiam “comer livremente” de toda árvore do jardim. Só havia uma restrição, uma prova, uma tentação.

Difícil entender como em meio a tanta pureza e improbabilidades matemáticas, o homem sucumbiu à tentação. É importante ressaltar que o casal era constantemente alertado da rebelião que aconteceu no Céu. “Mensageiros celestiais expuseram-lhes a história da queda de Satanás, e suas tramas para sua destruição, explicando mais completamente a natureza do governo divino, que o príncipe do mal estava procurando transtornar”, escreveu Ellen G. White na obra Patriarcas e Profetas. De acordo com a norte-americana, “foi pela desobediência às justas ordens de Deus que Satanás e seu exército caíram”.

Com a queda do primeiro Adão, representante da raça, seria preciso um “novo” Adão. Jesus é
exposto por Paulo (I Cor. 15:22) como sendo esta figura. A separação de Deus trouxe desgraça e maldição ao mundo (Gén. 3). A vitória sobre a tentação se tornou uma luta renhida, travada com muito sangue e dor por cerca de seis mil anos.

Não havia mais desejo puro, vontade pura, domínio próprio cabal. Tudo se corrompeu. Vencer as tentações se tornaria algo quase impossível. A máxima de Paulo, “não faço o bem que quero, mas o mal que não quero”, continua a reverberar dentro de cada ser humano até hoje.

Quem nunca caiu em tentação deixe de ler esta matéria. Mas quem quer entender o que é tentação e saber como vencê-la, siga as linhas que se seguem. Nesta reportagem especial você vai conhecer o caminho da vitória nas áreas física, mental, espiritual e social.
 
O que é tentação?
Ato ou efeito de tentar; movimento interior que nos instiga a fazer o mal; apetite, desejo violento. Assim define “tentação” o dicionário Priberam.

Para a neurocientista Rosana Alves, da Universidade de São Paulo, “tentação é estar diante de um comportamento que você sabe que vai trazer uma sensação prazerosa, mas sabe que não pode se deixar levar por este comportamento, por esta sensação”. A doutora explica melhor: “É o conflito entre querer uma sensação prazerosa e evitar a consequência deste comportamento inadequado”.

O jornalista e professor de Bíblia Leandro Quadros, apresentador do programa Na Mira da Verdade, da TV Novo Tempo, diz que “tentação é uma provocação para pecar, uma forma que o poder das trevas tem para nos provocar, nos incentivar, nos estimular a pecar”.

“Toda pessoa tem um tendão de Aquiles, o seu ponto fraco. Nós somos moldados pela cultura e pelo padrão colocado por ela, e nos sentimos desafiados por estes limites; e o resultado disto é a tentação”, ensina o antropólogo Maurício Cardoso do Rego, professor da Unitau. Para ele, embora exista dentro de cada pessoa um padrão moral inerente, o “dado cultural é quem vai dizer o que é certo e o que é errado”. Maurício acrescenta que a tentação é diferente de acordo com cada padrão civilizacional.

Já o psiquiatra Cesar Vasconcellos de Souza expõe assim: “tentação é quando algum estímulo exterior vem sobre uma pessoa para ela fazer o que o estímulo está despertando nela, e pode ser tentação para a ação ou omissão.” Ele amplia: “a tentação também pode vir de dentro da pessoa, originada na estrutura da sua personalidade, como ocorre com pessoas com alguns transtornos de personalidade em que são tentadas a agredir alguém, por exemplo, ou pessoas vítimas de abusos no passado, que podem ser tentadas a abusar também.” Cesar ainda destaca: “é importante entender que tentação não é pecado, não é erro. Há uma diferença entre ser tentado e cair em tentação.”

O autor bíblico Tiago alertou: “cada um é tentado pela sua própria cobiça, quando esta o atrai e seduz ” (Tiago 1:14). No verso 15, o apóstolo confirma as palavras do psiquiatra, ao aclarar que só existe falta quando se planeja o mal: “Então a cobiça, depois de haver concebido, dá à luz o pecado; e o pecado, uma vez consumado, gera a morte”.

O pastor Leidevan Ross resume o conceito em poucas palavras. Para ele, a tentação é uma “proposta que o inimigo faz para alcançarmos a felicidade por meios contrários aos estabelecidos pela Palavra de Deus”.

Tentações físicas
No tocante às tentações no campo da alimentação, o nutricionista Ricardo Vargas menciona a escritora Ellen G. White. Segundo ele, Ellen “diz de forma muito clara que o maior poder de Satanás sobre o homem é exercido através do apetite”. Ele lembra que, assim como Adão, Cristo e “muitos outros personagens da Bíblia foram tentados pelo alimento”.

“Com relação aos alimentos”, comenta Ricardo Vargas, “ouvi alguém dizendo que tudo o que Satanás oferece em relação à alimentação é mais gostoso, e tive que discordar plenamente”. “Como pode”, contrapõe o nutricionista, “o inimigo de Deus, um ser criado e rebelde, fazer algo melhor do Deus?”.

Ricardo mostra três formas pelas quais Satanás atua: “a primeira é fazer que as mães, quando ainda carregam seus filhos no ventre, tenham uma alimentação de péssima qualidade, rica em calorias e pobre em nutrientes”, formando filhos “com tendências a rejeitar o que é natural”.

“A segunda forma”, continua, “seria o uso de muita gordura, açúcar, sal e condimentos como pimenta e realçadores de sabor, que super estimulam as papilas salivares, modificando o paladar e fazendo o alimento simples perder seu valor e seu sabor”.

“A terceira forma de ação com relação ao alimento”, conclui, é o uso de estimulantes. “Eles nos prendem a certos alimentos, tornando-nos escravos”.

E saber se alimentar é tão importante, que Roberto Guarda, ex-toxicodependente e dono da Comunidade Terapêutica Temperança e Saúde, que há mais de 20 anos recupera dependentes químicos, alerta para o perigo dos alimentos estimulantes, como açúcar, chocolate e café, e dos refinados. De acordo com ele, tais elementos podem criar nas crianças, adolescentes e adultos, desejos por substâncias mais fortes, como cigarro, bebidas alcoólicas e drogas ilícitas.

Ricardo Vargas acredita que Satanás vem “trabalhado intensamente nas indústrias, distribuindo cada vez mais estimulantes para as pessoas e entorpecendo a mente de muitos, dificultando o discernir entre o certo e o errado”.

Espiritualidade
Discernimento. Eis uma palavra-chave na luta contra as tentações. E para possuir clareza mental, é de extrema importância o fortalecimento espiritual. Para isso, aconselha o psiquiatra César Vasconcelos, “temos que deixar de lado qualquer ideia de que somos fortes, maduros ou espirituais o suficiente para ter problemas com tentações”.

A dica é “evitar ver, ouvir, tocar, etc., em tudo aquilo que produzirá maus pensamentos, porque os maus pensamentos podem gerar sentimentos que prometem prazer, e até podem dar um prazer carnal, mas o fim pode ser destruição”.

Segundo o capelão Leidevan Ross, o entendimento vem através da “íntima relação com Deus, da leitura da Sua Santa Palavra, da oração e da meditação”. Ele acrescenta: “O salmista Davi chegou à conclusão de que a Palavra de Deus é arma eficaz contra a tentação e o pecado”.

E para o fortalecimento do espírito e do corpo há oito segredos. Deixar de praticá-los, diz Ricardo Vargas, diminuiria o vigor físico e mental, o que consequentemente prejudicaria a força de vontade e o domínio próprio, armas eloquentes contra a tentação.

Eis os “remédios”: “dormir cedo, beber muita água, fazer exercícios, tomar sol, respirar ar puro – reaprender a respiração abdominal que confere muito oxigénio para o cérebro é fundamental, alimentação simples sem alimentos estimulantes, ser temperante e confiar em Deus”. Praticados, garante Vargas, “fortalecem o sistema nervoso e dá uma clareza de mente muito maior permitindo vencer a tentação”.
 

No campo das ideias
De acordo com o psiquiatra Cesar Vasconcellos de Souza, “toda tentação começa na mente consciente”. Para o médico, “primeiro a pessoa pensa no objeto da tentação e em seguida há o sentimento; finalmente vem a atitude”.
 
A escritora Ellen G. White revelou que nove em dez enfermidades nascem na mente. No livro Mente, Caráter e Personalidade, ela chama a atenção para alguns problemas que debilitam o cérebro: “Remorsos pelos pecados às vezes encobrem a constituição e desequilibram a mente. Há também doutrinas erróneas, como a de um inferno sempre ardente e o eterno tormento dos ímpios que, dando exagerada e distorcida visão do caráter de Deus, têm produzido os mesmos resultados sobre as mentes sensíveis”.
 
“A relação existente entre a mente e o corpo é muito íntima. Quando um é afetado, o outro também o é”, pontua a escritora. Fica evidente que, para vencer as tentações, é de extrema relevância ter a mente límpida.

A Neurociência e o prazer a qualquer preço
A neurocientista Rosana Alves explica que a amígdala está relacionada à questão de querer um prazer a qualquer preço. “É uma estrutura cerebral envolvida com as nossas emoções, e principalmente as emoções mais primárias, como luta e fuga, prazer e medo”.


Para frear esses instintos primários, existe o córtex pré-frontal, “a região do cérebro que faz toda uma análise dos estímulos que recebemos e toma uma decisão baseada na capacidade de avaliar a situação e tomar uma decisão, levando em conta os riscos”. Resumindo, pondera Rosana, “a amígdala está mais envolvida com a questão de dar vazão à tentação, enquanto o córtex pré-frontal atua como freio na tomada de decisões inadequadas”.

Como Vencer as Tentações?
Para o antropólogo Maurício Cardoso do Rego, “basta você perceber o que o Estado determina como certo e errado e pautar-se por ele. Toda vez que a fronteira for bem nítida, você estará no núcleo daquilo que é civilizacional, moral, ético e correto”. Este seria o método moral kantiano (do filósofo Emanuel Kant). Maurício lembra que é importante ter em mente o contexto herdado pela cultura judaico-católica, que moldou muito do pensamento brasileiro.

Na contramão do racionalismo de Kant, Maurício mostra vertente distinta: “De outro lado, Santo Agostinho propõe a ideia do livre arbítrio; cada pessoa é livre para fazer o que bem entender”. O conselho final é harmonizar “a moral, que é particular, religiosa, e a ética, que é a racionalização destes costumes”, assim “a pessoa vai ter uma vida muito tranquila”.

Para a pesquisadora Rosana Alves, é preciso “submeter-se” repetidamente ao juízo, às orientações do córtex pré-frontal, que diz se um comportamento é adequado ou inadequado. Quando questionada sobre quem imprimiu este padrão de “certo e errado” no córtex, Rosana responde: “Deus, a referência de tudo”.

A cientista ainda diz que a família tem papel fundamental na conscientização e confirmação do que é certo e errado, já que a partir dos sete ou oito anos de idade acontece a “internalização da moral”, etapa em que “o sujeito já é capaz de tomar decisões por si mesmo”. Mas “a maturidade cerebral acontece depois do término da adolescência, com 20 ou 21 anos, quando o córtex e a amígdala estão maduros, e a amígdala consegue se submeter às decisões do córtex, na maioria das vezes”, conclui.

Mas às vezes há tentações impossíveis de vencer. Por isso, Ricardo Vargas usa a frase dita por Jesus a seus discípulos: “para Deus tudo é possível” (Marcos 10: 27).

Quando o assunto é vencer, Leandro Quadros tem uma receita: “ser amigo de Cristo; Tiago 4:7 diz que devemos nos ‘sujeitar a Deus’ para podermos resistir ao diabo. Não há como vencer as tentações sem sermos amigos de Cristo, porque dEle recebemos forças e compreensão. Força para lutar contra o pecado e compreensão e misericórdia para sentirmos paz quando errarmos”.

Leandro sugere o estudo da maneira de Cristo vencer a tentação em Mateus 4. “Quando tentado, refutava com um ‘Está Escrito’. Ele trazia à sua vitória textos bíblicos”.

Davi, homem segundo o coração de Deus, vencia as tentações escondendo a Palavra de Deus no “coração”.

 
Para finalizar, o pastor Leidevan alerta: “completa dependência de Deus, eis o segredo de Cristo para vencer a tentação e o pecado”. O conselho ecoa do próprio Jesus: “Sem Mim, nada podeis fazer” (João 15:5).

Passos da vitória de Cristo no deserto (Mateus 4:1-11):
- Vida guiada pelo Espírito Santo
- Jejum
- Refutar a tentação com versos bíblicos
- Não duvidar de Deus
- Adorar só a Deus
- Se alimentar primeiro da Palavra, antes do pão material
Não vos sobreveio tentação que não fosse humana; mas Deus é fiel e não permitirá que sejais tentados além das vossas forças; pelo contrário, juntamente com a tentação, vos proverá livramento, de sorte que a possais suportar – I Coríntios 10:13.

Dicas do psiquiatra Cesar Vasconcellos de Souza:
- Selecione o que você lê, escuta, vê, especialmente em revistas, TV e internet;
- Resista às tentações de usar algo que você já sabe que lhe fará mal, seja fisicamente ou emocionalmente, além dos problemas para sua vida espiritual;
- Lembre-se de que cada vez que você vence uma tentação, há um fortalecimento para vencer a próxima;
- Cuide da saúde física com exercícios ao ar livre e alimentação vegetariana equilibrada, pois isso ajuda a mente a funcionar melhor;
- Se cair, não desista. Levante-se, apegue-se a Deus, pedindo, de todo o coração, perdão e arrependimento, e siga adiante, sem ter que se expor para as pessoas.
 
Atenção, você tem um grande aliado na luta contra o apetite: Em média, a cada 21 dias, nossas papilas gustativas são renovadas. Isto quer dizer que podemos reaprender ou aprender a sentir o sabor original dos alimentos. – Ricardo Vargas
 
Pesquisas mostram que não praticar atividades físicas faz tão mal quanto fumar. Comece hoje mesmo a se mexer e desfrute dos benefícios para o corpo e a mente. A dica é persistir por três meses, até que a prática se torne um bom hábito.

A tentação fortalece o vencedor. Quando se resiste, com o poder que vem de Deus, fica mais fácil obter novas vitórias.
 
1- Lute espiritualmente – pelo Espírito e não pela carne: Zacarias 4:6;
2- Use as armas de Deus – Efésios 6:10-20;
3- Mantenha-se alimentado espiritualmente, na primeira hora do dia – Mateus 6:33.
Manassés Queiroz, apresentador do programa Três Dicas, da Rádio Novo Tempo.

  
 É A BÍBLIA A PALAVRA DE DEUS? 

TERÁ LUGAR O JUÍZO DE DEUS?

 
 

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