26/06/2013

Fidelidade no Pouco Significa Fidelidade no Muito


Quem é fiel no mínimo também é fiel no muito; quem é injusto no mínimo também é injusto no muito. Luc. 16:10.
Perde-se muito tempo no anseio de fazer alguma grande coisa, uma obra maravilhosa, ao passo que os deveres que se encontram à mão, cujo cumprimento daria fragrância à existência, são perdidos de vista. A vida que é semelhante à de Cristo no lar, será semelhante à de Cristo na igreja. É a negligência dos pequenos deveres no esforço de buscar uma grande obra que estraga a vida de muitos. Manuscrito 19, 1892.
Muitos admiram o amplo e profundo rio que flui majestosamente em seu curso rumo ao oceano. É digno de admiração; pois está efetuando a obra que lhe foi designada. Mas que diremos dos milhares de regatos que brotam da encosta das montanhas, que ajudam a avolumar essa nobre corrente? É verdade que são pequenos e estreitos; são, porém, indispensáveis, pois sem eles o rio não poderia existir. Juntos, estão fazendo a obra que lhes foi designada em fertilizar a terra; sua passagem pelos campos e prados pode ser conhecida pelo vivo verdor que lhes margeia o leito. Estão assim cumprindo o plano de Deus, e acrescentando prosperidade ao mundo. O poderoso rio abriu por si mesmo um canal através das montanhas eternas; o regato, porém, é tão necessário em sua esfera, como o próprio rio. ...
Cada membro é individualmente responsável pela prosperidade da igreja. O mundo está repleto de trabalho a fazer para o Mestre. Cada dia traz seus fardos de cuidados e responsabilidade; e se um que seja negligenciar a parte que lhe foi destinada, interesses sagrados hão de sofrer. Review and Herald, 6 de janeiro de 1885.
É a cuidadosa atenção dispensada ao que o mundo chama coisas pequeninas, que faz a grande beleza e o êxito da vida. Pequenos atos de caridade, pequenas palavras de bondade, pequenas ações de abnegação, o sábio aproveitamento das pequeninas oportunidades, o diligente cultivo dos pequenos talentos, fazem grandes homens à vista de Deus. The Youth's Instructor, 21 de abril de 1898.
Atenciosas cortesias que, começando em nossa família, se estendem para além do círculo familiar, ajudam a formar a soma da felicidade da vida. Testimonies, vol. 3, págs. 539 e 540.

Influência Maravilhosa

A habitação dos justos Ele abençoará. Prov. 3:33.

Uma vez que tenhamos Cristo em nós, seremos cristãos no lar da mesma maneira que lá fora. Quem é cristão, terá boas palavras para parentes e pessoas de relações. Será cortês, bondoso, amável, cheio de simpatia, e preparar-se-á para habitar com a família do alto. Caso seja membro da família real, representará o reino para onde vai. Falará com brandura a seus filhos, compreendendo que eles também são herdeiros de Deus, membros da corte celeste. Entre os filhos de Deus não habita o espírito de aspereza. Review and Herald, 20 de setembro de 1892.
Lembrai-vos de que, da mesma maneira que sois no meio da família, sereis na igreja. Pela maneira por que tratardes vossos filhos, tratareis a Cristo. Se nutrirdes um espírito contrário ao exemplificado por Cristo, estareis desonrando a Deus. ... A posição não é que faz o homem. É Cristo formado no interior que faz o homem digno de receber a coroa da vida, coroa incorruptível.
Deus quer que toda pessoa comece em casa, vivendo aí a vida cristã. Na igreja ou em qualquer transação de negócios, o homem será exatamente aquilo que é no lar. Caso ele se submeta à orientação do Espírito Santo no ambiente doméstico, se compreende suas responsabilidades no lidar com a mente das pessoas aí, então, quando em posição de responsabilidades maiores, seguirá a mesma orientação. Lembrando a ternura de Cristo para com ele, manifestará o mesmo amor e ternura para com os outros. ...
Os princípios do Céu devem ser seguidos em toda família, na disciplina de toda igreja, em todo estabelecimento, em toda instituição, em toda escola e em tudo quanto se houver de dirigir. General Conference Bulletin, 3 de abril de 1901.
Homens e mulheres, crianças e jovens, são pesados nas balanças do Céu, em harmonia com o que revelam na vida doméstica. Um cristão no lar, é cristão em toda parte. A religião introduzida no lar exerce uma influência que se não pode medir. Manuscrito 34, 1899.

25/06/2013

Quinoa com Legumes salteados e TOFU


Ingredientes (5 pessoas 25 minutos)
200g de quinoa
2 c. (sopa) de azeite
500 ml de água quente
Sal q.b.

Preparação
Numa panela, coloque o azeite, junte a quinoa e frite por 1 minuto. Junte a água, sal e quando ferver baixe o lume e tape durante 20 minutos.
…………………………..
Legumes Salteados com Tofu
Ingredientes (5 pessoas 10 minutos)
200 gr de tofu aos cubos
100 gr de cogumelos cortados
1 curgete cortada
1 cebola cortada às rodelas (opcional)
Nota: a cebola depois de cortada deve ser cozinhada o mais rápido possível.
1 c. (café) de gengibre ralado
1 c. (café) de pimentão-doce
1 c. sobremesa de molho de soja
5 folhas de manjericão
2 folhas de hortelã cortada

Preparação
Juntar tudo numa taça e deixar marinar numa frigideira, colocar um pouco de azeite e grelhar o preparado anterior durante cerca de 5 minutos. Juntar as ervas e servir com a quinoa.

02/06/2013

Adoptados Pela Graça


Vocês não receberam um espírito que os escravize para novamente temerem, mas receberam o Espírito que os adopta como filhos, por meio do qual clamamos: “Aba, Pai”. Romanos 8:15
 A vida pastoral tem momentos ricos e inesquecíveis. O pastor acompanha de perto sonhos e problemas dos membros da igreja.
Qundo fui pastor das igrejas Adventistas das Caldas da Rainha, Peniche, Rio Maior e Cadaval visitei uma família em Bombarral, este casal por razões que ignoro não podiam ter filhos. Decidiram por essa razão adoptar uma criança nós (eu e a minha mulher) não sabíamos que a criança não era filho biológico, soubemos enquanto conversávamos. Ficamos muito impressionados, na altura, não tínhamos experiência nesta área e eu fiquei particularmente intrigado como se podia manifestar tanto amor a uma criança que não era filho.
A mãe em particular repetia quase sem cessar “querido”, “filhinho” e abraçava a criança apertando-a carinhosamente contra o peito. O menino tinha sido adoptado recentemente, no entanto, havia uma interacção entre o menino e a mãe tão profunda como se tivesse nascido do seu ventre.
Eu dizia comigo mesmo: “Mas o bebé acaba de ser adoptado! Como é que dentro de tão pouco tempo se desenvolveu amor tão grande e um vínculo afectivo tão forte?” Estava nos braços da mulher alguém que não tinha nascido dela, mas ela o apresentava orgulhosamente como filho. Quantas histórias bonitas e quantas fotografias mostram a felicidade dos pais com os seus filhos adoptivos.
 No tempo em que Paulo escreveu o texto acima, as leis romanas já permitiam a adopção. Na maior parte dos casos, tratava-se da adopção de escravos já em maioridade, que eram comprados para ser libertos. Outros, em situação bem diferente, eram levados para a casa da pessoa que os tinha libertado para ser recebidos como filhos, como membros da família.
 A adopção é uma das ilustrações que Deus usa para mostrar o relacionamento que Ele quer ter connosco. Quando aceitamos Cristo como nosso Salvador, somos adoptados como Seus filhos e começamos uma vida nova. Temos direito a uma nova posição: não mais a de servo, nem escravo, mas de filhos e filhas.
“Aos que O receberam, aos que creram em Seu nome, deu-lhes o direito de se tornarem filhos de Deus” (Jo 1:12).
 E quanto à participação na herança futura, somos co-herdeiros juntamente com Cristo, pois o mesmo apóstolo diz: “Amados, agora somos filhos de Deus, e ainda não se manifestou o que havemos de ser, mas sabemos que, quando Ele Se manifestar, seremos semelhantes a Ele, pois O veremos como Ele é” (1Jo 3:2).

01/05/2013

Andando a Segunda Milha

 


Não gostamos de fazer as coisas por obrigação. Dá a impressão de que estamos a submeter-nos a um pedido despropositado e a ser inferiorizados. Esperneamos, argumentamos, reclamamos, mas não adianta. Obrigação significa ausência de diálogo. Não há opção. Não opine! Não discuta! Não há escolha.
 
 Acredito que, fora do momento de combate, em nenhum outro momento o soldado romano era mais odiado do que quando recrutava um civil para levar as suas armas e equipamento. Mas Jesus não limitou a questão ao soldado romano: “Se alguém o forçar a caminhar com ele uma milha, vá com ele duas.”
Uma das características do verdadeiro cristianismo é produzir homens e mulheres da segunda milha. E o importante é como caminhar a segunda milha. Tenho que andar nela com alegria, com entusiasmo, sem ressentimento e sem reclamação.
 Na primeira milha, vamos encontrar gente que chega na hora e sai na hora. Na segunda, encontramo-nos com quem chega antes e sai depois.
 
 Na primeira milha, vamos encontrar pessoas que fazem até 95% do trabalho. Na segunda, pessoas que vão dos 95% aos 100%. Na primeira milha, encontramos pessoas que inventam qualquer pretexto para se ausentar do trabalho. Na segunda, vamos ter como companheiros gente disposta a dar mais energia do que se espera e até a se sacrificar.
 A primeira milha está sempre cheia, congestionada. Os que viajam nela são os que perguntam: “Como é que eu posso fazer o mínimo e, mesmo assim, sobreviver no emprego?”
 
Somos chamados a andar a segunda milha mesmo quando a mesa está abarrotada de trabalho e as pessoas chegam fora de hora. Quando vem um pedido no fim do expediente e você está com acúmulo de trabalho. Quando passam para você uma carga extra de trabalho de outra pessoa que é “folgada” e preguiçosa. Você anda a segunda milha quando faz mais do que lhe estão a pedir. Até mesmo quando lhe pedem que faça uma coisa de que você não gosta, ou que seja desinteressante para você.
 
 Em todos os postos de trabalho, em todas as posições, precisamos hoje de gente da segunda milha. Se a lei do menor esforço prevaleceu durante algum tempo, você deve estar atento porque, mesmo sem se falar de “segunda milha”, valoriza-se a tenacidade e a dedicação no trabalho.
 Será que você pode honestamente dizer que é uma pessoa da segunda milha?
 
Meditações da Mulher, 2011