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COMPREENDENDO A
VONTADE DE DEUS
Já se deparou com uma
decisão muito importante a ser tomada e imaginou como entender a vontade de
Deus? Qual a diferença entre o impulso humano para fazer algo e a convicção
divina de que o deve fazer? É possível distinguir a sua própria vontade da
vontade de Deus em cada situação? Este estudo bíblico mostrará princípios
bíblicos que oferecem respostas para essas perguntas. Aprenderemos como
discernir a voz de Deus e a compreender os Seus planos para a nossa vida.
1.
Leia a experiência de Jesus no Getsémani em
Mateus 26:36-42
Texto
bíblico: 36 Então chegou Jesus com eles
a um lugar chamado Getsémani, e disse a seus discípulos: Assentai-vos aqui,
enquanto vou além orar.
37 E, levando consigo Pedro e os dois filhos de
Zebedeu, começou a entristecer-se e a angustiar-se muito.
38 Então lhes disse: A minha alma está cheia de
tristeza até a morte; ficai aqui, e velai comigo.
39 E, indo um pouco mais para diante,
prostrou-se sobre o seu rosto, orando e dizendo: Meu Pai, se é possível, passe de
mim este cálice; todavia, não seja como eu quero, mas como tu queres.
40 E, voltando para os seus discípulos, achou-os
adormecidos; e disse a Pedro: Então nem uma hora pudeste velar comigo?
41 Vigiai e orai, para que não entreis em
tentação; na verdade, o espírito está pronto, mas a carne é fraca.
42 E, indo segunda vez, orou, dizendo: Pai meu,
se este cálice não pode passar de mim sem eu o beber, faça-se a tua vontade.
2.
Compare este texto com atitude de Jesus em
João 8:29
Texto bíblico: João 8:29 E aquele que me enviou está comigo. O Pai não
me tem deixado só, porque eu faço sempre o que lhe agrada.
Comentário pessoal: Jesus
desejava fazer a vontade do Pai, mesmo que esta conflituasse com a Sua vontade.
o Salvador estava comprometido a agradar a Deus em todas as circunstâncias da
vida.
Se desejarmos muito que as
coisas sejam à nossa maneira, Deus permitirá que assim seja. Mas não
experimentaremos a alegria de conhecer a vontade de Deus. Para compreender a
Sua vontade, devemos submeter a nossa opinião pessoal e as coisas que
desejamos, e seguir na direcção que Ele indicar, fazendo tudo o que Ele pedir.
3.
Leia João 14:26 (cf. 16:13 e 2 Timóteo
3:16). Que dois guias divinos nos ajudarão a tomar decisões?
Texto
bíblico: João 14:26 Mas aquele
Consolador, o Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome, esse vos ensinará
todas as coisas, e vos fará lembrar de tudo quanto vos tenho dito.
Comentário pessoal: Deus não
nos deixou sozinhos no processo de tomar decisões. Ele nos deu o testemunho do
Seu Espírito Santo e o testemunho da Sua Palavra. Quando buscamos a vontade de
deus com o desejo de Lhe agradar, o Espírito Santo nos guiará. o Espírito
Santo, muitas vezes, nos guia por meio da Palavra de Deus, a Bíblia; de fato, o
Espírito nunca nos leva a fazer nada que seja contrário à Palavra de Deus.
Embora a Bíblia não aborde directamente o nosso problema específico,
oferece-nos princípios que nos ajudam no processo de tomar decisões. Quando nos
deparamos com uma decisão, o Espírito Santo nos ajudará a discernir os princípios
bíblicos em resposta às nossas orações que impactará as nossas decisões.
4.
Que promessas tranquilizadoras e de
esperança Deus nos dá em Tiago 1:5 (cf. 1 João 5:14,15) em relação ao processo
de tomada de decisões?
Texto
bíblico: Tiago 1:5 E, se algum de vós
tem falta de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá liberalmente, e o não
lança em rosto, e ser-lhe-á dada.
Comentário
pessoal: Quando buscamos compreender a vontade de Deus em oração, Ele promete
nos dar sabedoria. em oração, reconhecemos a nossa total dependência de Deus.
5.
Quando não temos a certeza do caminho no
qual Deus nos está a guiar, como muitas vezes Deus nos guia? Leia Provérbios
15:22 (cf. 23:2).
Texto
bíblico: Provérbios 15: 22 Quando não há
conselhos os planos se dispersam, mas havendo muitos conselheiros eles se
firmam. (não esqueça que deve conferir com a sua Bíblia).
Comentário
pessoal: Muitas vezes Deus nos guia a amigos bons e cristãos para nos dar
conselhos sábios. às vezes precisamos de uma perspectiva ou visão mais amplas,
que podem ser oferecidas por um amigo, pastor, professor ou confidente.
6.
Para tomarmos decisões sábias, devemos
observar como Deus está guiando e atentarmos para as portas abertas pela Sua
providência. Leia Provérbios 23:26 e compare os princípios ali encontrados com
os da experiência do apóstolo Paulo ao pregar o evangelho em 2 Coríntios
2:12:14.
Texto
bíblico: 12 Ora, quando cheguei a Trôade
para pregar o evangelho de Cristo, e abrindo-se-me uma porta no SENHOR,
13 Não tive descanso no meu espírito, porque não
achei ali meu irmão Tito; mas, despedindo-me deles, parti para a Macedónia.
14 E graças a Deus, que sempre nos faz triunfar
em Cristo, e por meio de nós manifesta em todo o lugar a fragrância do seu conhecimento.
Comentário
pessoal: Como soube Paulo o modo como Deus queria que ele agisse? ao
observarmos cuidadosamente a direcção de Deus, também poderemos vê-Lo abrindo e
fechando portas. isso nos ajudará a discernir a Sua vontade.
7.
Que princípios de João 12:35 você descobre
ao conhecer a vontade de Deus? Quão importante é obedecer ao desejo de caminhar
na luz que Ele nos oferece hoje, para que saibamos para onde Ele nos levará no
futuro?
Texto
bíblico: João 12: 35 Disse-lhes, pois,
Jesus: A luz ainda está convosco por um pouco de tempo. Andai enquanto tendes
luz, para que as trevas não vos apanhem; pois quem anda nas trevas não sabe
para onde vai.
Comentário
pessoal: A fidelidade em “caminhar na luz” que Deus nos dá hoje é uma das
melhores maneiras de assegurar-nos que compreenderemos a Sua vontade no futuro.
Se falharmos em viver de acordo com a luz que Ele tem nos dado hoje, podemos
ficar confusos quanto a discernir os Seus caminhos e acabamos “caminhado nas
trevas”.
Quando nos comprometermos a fazer tudo o que Deus pedir na nossa vida e desejarmos
agradar-Lhe em todas as coisas – podemos confiar que Ele nos guiará. ele não
nos deixa sozinhos no processo de tomar decisões. o Espírito Santo nos
dará uma convicção profunda e saberemos
em que direcção seguir. Ele prometeu nos guiar e podemos confiar em Sua Palavra
(Sl. 32:8; Is. 58:11).
Mark Finley
preparado por
Irene Costa
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Quando Deus criou o homem e a mulher, a tentação era apenas
uma possibilidade remota, e o ato de “cair em tentação” algo mais improvável
ainda, posto que a raça era perfeita. Consequentemente, havia domínio próprio
perfeito. A única prova do jovem casal no Éden era ficar longe da “árvore do
conhecimento do bem e do mal”; dela eles não deviam comer. De sua obediência
dependia a eternidade dos anos. Podiam “comer livremente” de toda árvore do
jardim. Só havia uma restrição, uma prova, uma tentação.
Difícil entender como em meio a tanta pureza e
improbabilidades matemáticas, o homem sucumbiu à tentação. É importante
ressaltar que o casal era constantemente alertado da rebelião que aconteceu no
Céu. “Mensageiros celestiais expuseram-lhes a história da queda de Satanás, e
suas tramas para sua destruição, explicando mais completamente a natureza do
governo divino, que o príncipe do mal estava procurando transtornar”, escreveu
Ellen G. White na obra Patriarcas e Profetas. De acordo com a norte-americana,
“foi pela desobediência às justas ordens de Deus que Satanás e seu exército
caíram”.
Com a queda do primeiro Adão, representante da raça, seria
preciso um “novo” Adão. Jesus é


